quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Latência


E essas palavras que se dissipam no infinito
Na busca incessante em definir o inefável
Melhores, ao menos, se apresentam
Que este silêncio ensurdecedor
E esta essência tácita
À qual os poetas costumavam chamar de amor

E essa fase, que não passa
Nessa frase, minha desgraça:
Devo eu postar em frase?
Se não passa... Não é fase!!

E quase, quase que me trazes
Nostalgia, quando fazes
A linguagem corporal
A configurar esta magia passional

E essa dor que não resiste
A esse amor que não existe
Jaz no medo emocional
Na busca eterna por um refúgio racional

E em latência, não se esvairá o inexistente,
Até que, deveras, exista.


Autoria: Christofer Barea e Karen Fontenele

3 comentários:

Anônimo disse...

Karen escrevendo sozinha já arrasa, agora com uma parceira, ninguém segura. Amei!

Anônimo disse...

Acho melhor nao dizer meu nome pq vou confessar -> senti ciumes demais disso. O pior é que eu sei que vc merece alguem mais inteligente do que eu.O rapaz parece ser o q vc sempre quis que eu fosse: intelectual. ainda te amo e é pra sempre.

the braves disse...

nossa mto perfeito ... da para faser uma musica com esse poema mto perfeito