
A alma do poeta
Enfim lhes digo quem é o verdadeiro poeta!
É aquele que não optou pela felicidade, viveu nas sombras da melancolia.
Escreveu suas obras com seu sangue e transformou cada gota em verso.
Nasceu para mostrar ao mundo que todas as coisas são mutáveis, pois até mesmo as flores se degradam com o tempo.
É todo aquele que utilizou palavras como instrumentos de libertação. Que chorou em silencio, desejou as coisas impossíveis.
E sofreu...
Sofrer é o verbo máximo do poeta, é a mola propulsora de seus escritos.
O poeta não teme a morte, procura apenas vence-la em vida. Sabe que a imortalidade consiste no reconhecimento de outrem.
Talvez seja um anjo que repousa em sua imanência, que é capaz de refletir durante séculos.
Um verdadeiro poeta sabe reconhecer que a pior dor é a da indiferença. Mas ele não a maldiz, ao contrário, coloca-a em um pedestal, já que é o cerne de suas obras.
E o que seria de um poeta sem o desdouro?
Simplesmente não seria poeta, mas um simples mortal.
O poeta prefere as injúrias, o apedrejamento.
O deleite acomoda, os percalços ensinam.
O poeta não se contenta em ser aluno, almeja tornar-se mestre, mesmo sabendo que será um eterno aprendiz.
É aquele que não optou pela felicidade, viveu nas sombras da melancolia.
Escreveu suas obras com seu sangue e transformou cada gota em verso.
Nasceu para mostrar ao mundo que todas as coisas são mutáveis, pois até mesmo as flores se degradam com o tempo.
É todo aquele que utilizou palavras como instrumentos de libertação. Que chorou em silencio, desejou as coisas impossíveis.
E sofreu...
Sofrer é o verbo máximo do poeta, é a mola propulsora de seus escritos.
O poeta não teme a morte, procura apenas vence-la em vida. Sabe que a imortalidade consiste no reconhecimento de outrem.
Talvez seja um anjo que repousa em sua imanência, que é capaz de refletir durante séculos.
Um verdadeiro poeta sabe reconhecer que a pior dor é a da indiferença. Mas ele não a maldiz, ao contrário, coloca-a em um pedestal, já que é o cerne de suas obras.
E o que seria de um poeta sem o desdouro?
Simplesmente não seria poeta, mas um simples mortal.
O poeta prefere as injúrias, o apedrejamento.
O deleite acomoda, os percalços ensinam.
O poeta não se contenta em ser aluno, almeja tornar-se mestre, mesmo sabendo que será um eterno aprendiz.
Karen Fontenele
->Cá entre nós, dentre os textos que escrevi, esse é o meu favorito. Acabo de redigi-lo e espero que gostem tanto quanto eu...
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